Leonardo Piccinini, presidente e CEO do Banco Mercedes-Benz: “No caso de ônibus, a expectativa é de um crescimento ainda mais acelerado em relação ao primeiro semestre”
Rogério Pires, diretor da divisão de veículos comerciais da Voith Turbo América do Sul: “A tecnologia é um facilitador para a transição energética, mas a política pública é determinante”
Juliana Najara, gerente de arquitetura e projetos DEV da G2: “Investir em inovação e tecnologia é crucial para reduzir desde os custos de produção até a melhoria da eficiência em todo o processo de logística que envolve a geração do hidrogênio verde no país”
Iêda Maria A. Oliveira, diretora-executiva da Eletra: “As autoridades não podem cair na tentação de abrir indiscriminadamente o mercado à importação de ônibus elétricos, comprometendo os investimentos das empresas brasileiras”
Abimael Parejo, diretor comercial da Irizar Brasil: “A Lat.Bus 2024 é um evento fundamental para nós, porque poderemos apresentar o novo produto e o novo posicionamento da marca”*
José Eduardo Luzzi, presidente e CEO da MWM: “A nacionalização não é só importante para diminuir a emissão de CO2 no tráfego de peças, mas também para potencializar o uso de energia renovável que temos no Brasil”
Luiz Ferraz do Amaral, diretor de relações institucionais da Mascarello Carrocerias e Ônibus: “A demanda por micro-ônibus está bastante aquecida e deverá permanecer desta forma em 2025”
José Almeida, CEO e fundador do BuscaOnibus: “Vivemos um mercado cada vez mais digitalizado, com aumento de empresas estrangeiras atuando no país, além de uma competitividade maior para o consumidor”
Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais mercado interno e marketing da Marcopolo: “Vamos aproveitar a Lat.Bus 2024 para apresentar nossos lançamentos, entre eles o Viaggio 1050. Os demais produtos que estarão lá, ou serão novidades ou terão inovações”