Maurício Garroti, diretor da BluMob: “A mobilidade urbana no Brasil enfrenta dificuldades que remetem a escolhas e políticas que evidentemente resultaram na condição complexa e inadequada nos deslocamentos urbanos”
Marco Antônio Gontijo, diretor de suprimentos da Empresa Gontijo de Transportes: “Em 2024 vamos aumentar a renovação da nossa frota, além de fazer muito investimento em digitalização para melhorar sempre a experiência do nosso cliente”
Walter Barbosa, que assumirá em janeiro o cargo de vice-presidente de vendas e marketing peças e serviços ônibus da Mercedes-Benz: “Os desafios para 2024 independem da minha movimentação dentro da organização. É muito mais trabalhar no processo de eletrificação, pois esse é o maior desafio que o setor enfrenta”
Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais mercado interno e de marketing da Marcopolo: “A estimativa é de que o mercado de ônibus tenha crescimento acentuado em 2024, em função da necessidade de renovação da frota de urbanos e rodoviários e do programa Caminho da Escola”
Constantin Dellis, coordenador do projeto Mobilino no KfW Banco de Desenvolvimento: “No contexto da mobilidade urbana, o KfW busca financiar projetos que promovam a redução de gases de efeito estufa”
Denis Andia, secretário nacional de mobilidade urbana, do ministério das cidades: “Temos um estudo já pronto sobre implantação da eletromobilidade, disponibilizado para governos e entes públicos”
Felipe de Oliveira Souza, responsável pelo departamento de mobilidade urbana e logística do BNDES: “Financiamos tanto o setor público quanto o privado e não exigimos aval da União.”
Walter Barbosa, diretor de vendas e marketing ônibus da Mercedes-Benz do Brasil: “O mercado de ônibus está bastante promissor e continuará forte até o fim do ano. Por isso, estou confiante de que 2023 termine com 21 mil veículos emplacados”
Julio Ramos, diretor executivo para mobilidade urbana da Visa do Brasil: “O Brasil desponta como um dos países com maior apelo para digitalização de pagamentos globalmente”
José Lauro Carneiro, gerente de tráfego do Grupo Reunidas: “O uso do cinto de segurança, além de ser obrigatório e regulamentado pelo Contran, se faz primordial para segurança tanto do motorista como dos passageiros”