Ruben Bisi, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus): “O cenário está muito bom para o mercado de ônibus, e poderia ser melhor, se não fosse o atraso na entrega de chassis pelas montadoras por causa da falta de semicondutores”
Luana Fleck, diretora da Viação Ouro e Prata: “Acreditamos que implantar o ESG significa uma conscientização coletiva de pessoas e empresas em torno de fatores essenciais, promovendo um mundo mais justo e sustentável”
Luiz Carlos M. Néspoli (Branco), superintendente da ANTP: “A ANTP tem uma ‘bandeira’ permanente que é a defesa do transporte público de qualidade, cidades com qualidade de vida e sustentáveis”
André Dantas, superintendente da Superintendência de Mobilidade do Município de Belo Horizonte (Sumob): “Pretendemos investir em projetos estruturantes, como ciclovias e corredores exclusivos para ônibus, assim como em tecnologia”
Rodney Freitas, CEO da Autopass: “Há muito espaço para avançar na digitalização do transporte público, e trabalhamos para construir essas pontes, sendo também um player que contribui para a jornada diária dos usuários e melhor uso de recursos pelos nossos parceiros”
Leonardo Soares, gerente comercial da Comil: “A concorrência no mercado externo se apresenta com uma variedade de competidores. Atingimos um nível de excelência em conforto, segurança e qualidade. Esses pilares aliados com presença e atendimento diferenciado, vêm abrindo portas para avançar em novos mercados”
Milena Braga Romano, diretora executiva da Next Mobilidade: “Precisamos entender as novas demandas e abraçar esta oportunidade de oferecer um transporte mais inteligente e mais rápido”
João Paulo Ledur, diretor de estratégia e transformação digital da Marcopolo: “O próprio avanço das tecnologias fará com que a transição para os ônibus elétricos ocorra de forma natural”
Ian Wilson, diretor de desenvolvimento de negócios da divisão de sistemas eletrônicos da BAE Systems: “O ritmo de eletrificação do transporte público no Brasil tem sido relativamente lento até agora – e pode continuar assim por mais algum tempo”
Danilo Fetzner, diretor da Iveco Bus na América Latina: “Se não fossem as dificuldades da cadeia de suprimentos e o conflito entre a Rússia e Ucrânia, o mercado de ônibus estaria voltando ao patamar de 2019”