Rodrigo Trevizan, CEO da wemobi: “Os brasileiros começaram a redescobrir o ônibus, seja pela questão da sustentabilidade ambiental ou pela comodidade de viajar mais tranquilamente pelas estradas”
Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais MI e marketing da Marcopolo: “A indústria brasileira de ônibus se aproxima, cada vez mais, dos conceitos e padrões automobilísticos”
Juan Gorriti, diretor de vendas para América Latina do Grupo Trapeze: “Mais do que nunca, é necessário ter soluções que permitam que a operação se adapte de forma fácil e rápida”
Maurício Lourenço da Cunha, diretor industrial da Caio: “Acreditamos que as vendas, ao final de 2021, manterão os mesmos patamares do fechamento do ano de 2020″
Marcello Von Schneider, diretor institucional e head da unidade de ônibus da BYD Brasil: “Há muita gente interessada em fazer investimento na eletromobilidade, porém, a garantia é um ponto importante”
Fernanda Caraballo, diretora de desenvolvimento de negócios da Mastercard: “A pandemia reforçou a necessidade de aumento de eficiência e redução de custos operacionais do setor, acelerando a exploração de novas tecnologias”
Iêda de Oliveira: “Essa visão do trólebus como ‘patinho feio’ do transporte elétrico não corresponde mais à realidade. Hoje, podemos criar soluções multimodais utilizando o melhor de cada tecnologia”
Felipe Gulin, CEO da Arca Mobility as a Service: “Para nós, o foco é o desenvolvimento de soluções tecnológicas que auxiliam as operadoras de transporte a se tornarem cada vez mais competitivas e atraentes, aperfeiçoando sua jornada digital”
Devanir Magrini, diretor de negócios da Transdata: “A tecnologia deixou de ser produto e passou a ser um serviço com o intuito de transformar a locomoção”
Frédéric Ollier, vice-presidente América Latina para a unidade de ônibus da BlaBlaCar: “O compartilhamento tem conquistado o gosto dos brasileiros”