Milena Braga Romano, diretora executiva da Next Mobilidade: “Precisamos entender as novas demandas e abraçar esta oportunidade de oferecer um transporte mais inteligente e mais rápido”
João Paulo Ledur, diretor de estratégia e transformação digital da Marcopolo: “O próprio avanço das tecnologias fará com que a transição para os ônibus elétricos ocorra de forma natural”
Ian Wilson, diretor de desenvolvimento de negócios da divisão de sistemas eletrônicos da BAE Systems: “O ritmo de eletrificação do transporte público no Brasil tem sido relativamente lento até agora – e pode continuar assim por mais algum tempo”
Danilo Fetzner, diretor da Iveco Bus na América Latina: “Se não fossem as dificuldades da cadeia de suprimentos e o conflito entre a Rússia e Ucrânia, o mercado de ônibus estaria voltando ao patamar de 2019”
Leandro Aliseda, head de Setor Público na Swvl América Latina: “No mundo todo, o transporte público caminha para a acessibilidade, o que é uma forma eficaz de redistribuição de renda. Assim como em saúde e educação, não somente os usuários, mas toda a sociedade se beneficia de um sistema inclusivo”
Marcelo Barreto, diretor executivo da Buslog: “Aproveitamos uma grade de viagens que já existe para embutir mais um serviço, melhorando o aproveitamento das saídas diárias dos ônibus com o transporte de cargas”
Francisco Christovam, do SPUrbanuss: “É praticamente impossível prestar serviço de transporte com qualidade se a remuneração das empresas depender exclusivamente do montante arrecadado com o pagamento das tarifas”
Ricardo Alouche, vice-presidente de vendas, marketing e serviços da Volkswagen Caminhões e Ônibus: “Projetamos um crescimento de 10% para o mercado de ônibus este ano, mas vai depender da intensidade das dificuldades e das oportunidades”
Alysson Coimbra, diretor científico da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammetra), comenta o aumento do número de acidentes com veículos pesados em 2021. Com base em dados fornecidos pela Polícia Rodoviária Federal, o estudo aponta que as ocorrências envolvendo ônibus e micro-ônibus tiveram alta de 10% no ano passado, enquanto os acidentes envolvendo caminhões subiram 2,9%