Danilo Franzin Paulo, gerente de inovações tecnológicas da Socicam: “O CORE é uma evolução dos tradicionais centros de controles operacionais, muito comuns em operações de missão crítica que requerem monitoramento e controle dos equipamentos a serem assistidos de maneira ininterrupta”
Ruben Bisi, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus): “Para 2023, estamos prevendo uma redução de 7% no mercado de ônibus porque as montadoras ainda não têm todos os chassis Euro 6 desenvolvidos”
Paulo Corso, diretor comercial da Busscar: “Vamos ter dificuldades no começo do ano, depois o mercado de ônibus vai deslanchar e o segundo semestre será melhor”
Gesner Oliveira, professor da FGV- SP: “A ideia não é defender uma regulação excessiva (para o transporte rodoviário de passageiros), pelo contrário. O que se deseja é que haja isonomia nas regras no setor, por meio de uma regulação minimalista e pró-concorrencial que valha igualmente para todos os players e que seja capaz de garantir um ambiente de mercado competitivo, seguro e sustentável”
Estefano Boiko Junior, vice-presidente da Viação Garcia-Brasil Sul: “Em pouco tempo não bastará vender o bilhete de passagem, mas será imprescindível oferecer a experiência. Para a Viação Garcia, inovar já não é mais uma tendência, mas uma necessidade. O cruzamento da experiência virtual com o mundo real – o chamado ‘pós-digital’ – está aí, mais próximo do que muitos imaginam”
Paulo Alencar Porto Lima, diretor executivo da Expresso Guanabara: “Estamos trabalhando em constante inovação, na busca de soluções que facilitem acesso dos consumidores aos nossos serviços e práticas que reduzam custos para sermos cada vez mais competitivos”
Fabio F. Silva, gerente de vendas de vans, da Mercedes-Benz Cars & Vans: “Para 2023, acreditamos em um crescimento de mercado, em relação a 2022, na faixa entre 5% a 10%, isso baseado no potencial que o setor de passageiros tem ainda espaço para se recuperar do período da pandemia e também no mercado de e-commerce com os segmentos de chassi e furgão”
Fabiano Bueno, gerente de vendas da Henkel na América do Sul: “Os adesivos desempenham várias funções na fabricação de ônibus, entre elas, criar processos mais rápidos, confiáveis e simplificados, visando a redução de peso total dos veículos”
Luiz Peixoto, diretor executivo da Univale Transportes: “Nosso maior investimento é em veículos. No ano de 2021, investimos 42 milhões e nesse ano de 2022 serão R$ 58 milhões. Para 2023, estão programados aportes de R$ 38 milhões”
Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais mercado interno e marketing da Marcopolo: “Acreditamos que 2023 será um ano melhor do que 2021 e 2022, mas ainda não temos uma expectativa de volumes que o mercado poderá demandar”
Deomar Assunção, CEO da Squad: “Esperamos dobrar de tamanho no próximo ano. Desde o início deste ano, já crescemos 60%. É um mercado muito promissor, que não existe neste modelo como uma solução completa”