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O futuro da bilhetagem está na flexibilidade

Entre renovações e clientes novos, como região metropolitana de Belo Horizonte e São Luiz, a empresa deve fechar o ano com a venda de cerca de dez mil equipamentos

Publicado em 06/06/2023 por Márcia Pinna

Fred Carvalho, de Barcelona

A história da Prodata Mobility Brasil tem forte ligação com a UITP. Afinal foi exatamente no Congresso da UITP em Estocolmo, em 1991, que João Ronco Júnior, atual presidente da empresa brasileira, visitou o estande da empresa belga – a maior fornecedora de hardware embarcado- e convenceu os acionistas a darem a representação para a Villares Control.

Poucos anos depois, mais precisamente em 1996, surgia a Prodata brasileira. Os primeiros contratos foram em São Paulo, em 2001, e no Rio de Janeiro, em 2003. E de lá para cá a empresa não parou de crescer. “Devemos fechar este ano dentro da média, ou seja, em torno de dez mil equipamentos. Isto entre renovações e clientes novos, como região metropolitana de Belo Horizonte e São Luiz”, conta Ronco Júnior.

Nos últimos anos, a Prodata Mobility Brasil desenvolveu novos hardwares – mais sofisticados- dando maior flexibilidade aos clientes finais. “Quanto mais fácil a utilização maior o número de usuários do transporte público. Exatamente por isto buscamos parcerias como o de empresas que trabalhem crédito”, diz o executivo.