Marco Regulatório: um olho nos vetos, outro na regulamentação
2027 já começou para o transporte público. As atenções se voltam para Brasília, por conta da corrida ministerial e da votação dos vetos presidenciais sobre o Marco Regulatório. O setor espera as mudanças, mas se mobiliza para a regulamentação necessária
Publicado em 04/11/2026 por Redação

No Podcast do Transporte, voltamos a falar sobre o novo Marco Regulatório e suas possibilidades. Ouvimos especialistas da ANTP como César Cavalcanti, Carlos Batinga e Olímpio Álvares e a executiva Eleonora Pazos da UITP.
Eles destacam a importância de uma política nacional de mobilidade, novas formas de financiamento, integração entre os entes federativos e mecanismos de transparência e qualidade dos serviços, além dos desafios da regulamentação.
Ministério das Cidades faz a lição de casa prevista no novo Marco
O secretário nacional de Mobilidade Urbana, Marcos Daniel, atualizou sobre os próximos passos, que envolvem reunir o Fórum da Mobilidade Urbana, com vozes de todos os setores. São tarefas também a atualização do SIMU, sistema de informações, e o Plano Nacional, que recolheu centenas de contribuições.
Pneus exigem análise além do preço de compra
A coluna de Márcia Pinna, editora da Technibus, destaca que os pneus representam a segunda maior despesa das frotas de ônibus. Especialista recomenda avaliar custo total de operação, recapabilidade e indicadores de manutenção, além de utilizar o desgaste dos pneus como ferramenta de diagnóstico da frota.
COP31 na Turquia, com espaço brasileiro, debaterá mobilidade e financiamento
Na coluna do Adamo Bazani, a COP31, na Turquia, aparece como espaço para discutir eletrificação, biometano, biocombustíveis, hidrogênio, expansão de corredores de ônibus, metrôs e trens. O financiamento da transição energética é apontado como uma das questões centrais do evento. O Brasil terá um espaço próprio e o jornalista fará a cobertura do evento.
Abrati News — STF mantém debate sobre fretamento em Minas Gerais
O Supremo Tribunal Federal formou maioria inicial favorável à constitucionalidade da lei mineira que mantém a exigência de circuito fechado para operações de fretamento, o que inviabiliza a atuação de empresas como a Buser. O julgamento está suspenso após pedido de vista e será retomado no plenário presencial. Até lá, permanecem válidas as restrições previstas na legislação estadual. A ABRATI segue acompanhando com interesse.
Editorial — A confiança de quem espera no ponto também importa
O editorial de Alexandre Pelegi questiona a diferença de atenção dada à confiança dos investidores e à confiança dos usuários do transporte público. Defende que não se deve ouvir só os humores da Faria Lima, mas também os desejos do passageiro. Financiamento, frequência, qualidade dos serviços e responsabilidade política devem fazer parte do debate sobre responsabilidade fiscal e desenvolvimento do país.
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