Praxio leva Globus à nuvem, mas com os pés no chão
E também: Márcia Pinna, da Technibus, analisa a produção de carrocerias em setembro. Adamo Bazani, do Diário do Transporte, conhece em Dourados o modelo da Marcopolo e Mercedes-Benz
Publicado em 21/10/2026 por Márcia Pinna
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Emerson Grandi, CEO da Praxio, explica ao Podcast do Transporte o Globus EVO, versão web do sistema lançado em 1999. As 8,7 mil telas foram mapeadas e classificadas por complexidade, e dois módulos já estão 100% convertidos. A previsão é concluir a migração em até dois anos e meio, com novos recursos entregues aos clientes a cada atualização.
Conectado ao Globus, o Praxio Brain organiza dados minerados para uso da IA. Os insights chegam pelo WhatsApp. O sigaone é uma versão web do ERP, com jornada simplificada para empresas em crescimento, de um a cerca de 15 ou 20 ônibus. O aplicativo Tá.On agiliza o envio de documentos. O Praxio Luna reúne venda de passagens, controle financeiro e de inventário, com canais como guichê, e-commerce, totem e venda embarcada.
Produção de carrocerias registra queda em setembro
Márcia Pinna, editora da Technibus, informa que em setembro a produção de carrocerias teve queda de 21,9% ante agosto e de 25,5% ante setembro do ano passado. Rubem Bisi, presidente da Fabus, relaciona o mês ruim ao fim de programas como o Move Brasil e ao encerramento da produção para o Caminho da Escola e os Caminhos da Saúde do ano passado. A nova licitação deve reativar a produção em novembro. Mas Bisi é pessimista quanto à meta de crescimento de 5 por cento no ano.
Ônibus para áreas de difícil acesso busca conforto e segurança
Em Dourados, Adamo Bazani, do Diário do Transporte, conheceu o Marcopolo Ideale 880 Agrotec, sobre chassis Mercedes-Benz OF 16 e 19, preparado para mineradoras e plantações. Desenvolvido para operações fora de estrada, o veículo busca oferecer conforto e segurança em condições severas, num contexto de falta de mão de obra especializada.
Editorial — o risco de colapso da paciência
O editorial de Alexandre Pelegi compara a crise da França às manifestações de junho de 2013, desencadeadas por um aumento de 20 centavos na passagem de ônibus. Anos depois os ônibus seguem lotados, continuam as longas esperas e tarifas que pesam no orçamento dos mais vulneráveis. Soluções como o Tarifa Zero, devem ter qualidade e financiamento sustentável. E adverte que a paciência pode se esgotar por aqui também.
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