Sustentabilidade

A convite da prefeitura de Ribeirão Preto (SP) e da Mobi, a TEVX Higer terá seu ônibus elétrico Azure A12BR testado em linhas circulares da cidade a partir de hoje (15/04). O modelo, desenvolvido para atender ao mercado brasileiro, conta com exclusivo sistema de piso baixo total, sem degraus, associado a um dispositivo de ajoelhamento da suspensão, para proporcionar amis facilidade e agilidade no embarque e desembarque de passageiros.

“Esse é um veículo que certamente vai surpreender os usuários, não apenas pela sua condição exclusiva de acesso, mas principalmente por dispor de um sistema de climatização diferenciado, que foi testado e aprovado em Cuiabá como também em Dubai durante a COP 28, e que certamente agradará a população de Ribeirão Preto, que convive naturalmente com altas temperaturas em grande parte do ano”, anuncia Adriana Taqueti, gerente comercial e de marketing da TEVX Higer.

“Não somente os passageiros ficarão impressionados com o veículo, mas também o operador ao conferir o consumo de energia desse modelo. Se usarmos como exemplo Cuiabá que contou com o ar-condicionado funcionando em tempo integral, operando em média 11 horas/dia e com temperatura média de 37º no período do teste, apresentou consumo de 1,30 kwh/km”, complementa.

O sistema de ar-condicionado ecológico do Azure possui saídas de ar individuais nas laterais, sem dutos, que oferece um ambiente uniformemente climatizado em qualquer estação do ano, comodidade que é complementada por vidros com tratamento UV e isolamento térmico nas paredes do veículo. 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Prefeitura de Curitiba deram início ao projeto que prevê a modernização das linhas de ônibus da cidade, com eficiência energética e descarbonização da frota. A meta, segundo o BNDES, é alcançar um percentual de 33% de ônibus elétricos até 2030 e ter toda a frota eletrificada até 2050, zerando as emissões de CO².

O projeto, o primeiro realizado pelo banco para eletromobilidade, também vai estruturar a implementação de concessão ou parceria público privada (PPP) da Urbanização de Curitiba S.A – URBS com a iniciativa privada. A atual concessão do sistema de transportes coletivos de Curitiba, que conta com três consórcios, formados por dez empresas privadas, foi realizada em 2010 e vence em setembro de 2025.

“Com a proximidade do fim do prazo de vigência dos atuais contratos de concessão, a cidade de Curitiba tem uma grande oportunidade de reformular o sistema de mobilidade urbana como um todo, permitindo a implementação de um modelo de concessão que promova o aumento da eficiência energética, a descarbonização da frota e a atração de novos usuários, pessoas que hoje utilizam transporte motorizado individual. São objetivos alinhados à estratégia do Banco de incentivar projetos que visem à transição climática”, explicou o diretor de planejamento e estruturação de projetos do BNDES, Nelson Barbosa. 

“A prefeitura de Curitiba e o BNDES dão início aos trabalhos de formatação do novo modelo de concessão de transporte coletivo que promete ser um marco em sustentabilidade para o setor no Brasil. Vamos garantir que Curitiba adote a eletromobilidade plena em seus ônibus, a integração metropolitana e a modernização do serviço à população”, afirma o prefeito Rafael Greca.

Com o novo modelo de concessão, a cidade de Curitiba espera aumentar os deslocamentos feitos por transporte coletivo e mobilidade ativa dos atuais 51% para 85%, e reduzir de 45,8% para 7% os deslocamentos feitos por veículos individuais, metas que se alinham o Plano de Mobilidade Sustentável da Cidade.

A previsão é que a entrega dos estudos para a nova modelagem e para a concessão ocorra no primeiro trimestre do próximo ano, com a realização de consulta e audiência pública e publicação do edital de leilão até junho de 2025. Já o leilão deve ocorrer até setembro do mesmo ano. 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) começa a receber hoje, a partir 12 de abril, projetos de desenvolvimento industrial e tecnológico no setor automotivo, que tenham como objetivo a descarbonização da mobilidade e da logística. A ação integra o programa BNDES Rota 2030, com orçamento total de R$ 200 milhões nos próximos cinco anos.

Para 2024, estão disponíveis R$ 40 milhões em recursos não reembolsáveis, a serem investidos em projetos que contemplem, ao menos, um dos temas a seguir: baterias e powertrains (trens de força) de baixa emissão, com foco em híbridos (elétricos + biocombustíveis), incluindo seus componentes e insumos críticos e as soluções para infraestrutura de recarga; descarbonização dos processos produtivos de veículos, componentes, insumos críticos e materiais estratégicos (a exemplo de aço verde, alumínio e novas ligas especiais); e biocombustíveis e suas aplicações em veículos leves e pesados e em máquinas agrícolas (com destaque para as soluções de biometano, incluindo projetos-piloto de sua utilização).

“Vamos apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento, inovação, engenharia, estudos, testes, pilotos e certificações que, dentre outras ações, estimulem fontes de energia, produtos e processos que minimizem a emissão de CO²”, explica o diretor de desenvolvimento produtivo, inovação e comércio exterior do BNDES, José Luís Gordon.

Em outubro do ano passado, BNDES e ministério do desenvolvimento, indústria, comércio e serviços (MDIC) assinaram um acordo de cooperação técnica que habilitou o banco a captar R$ 40 milhões ao ano para serem utilizados em projetos da cadeia de fornecedores do setor automotivo. Com o acordo, o banco passou a operar recursos dos fundos dos Programas Prioritários do Rota 2030, que provêm, principalmente, da contrapartida de empresas beneficiadas por isenção de impostos na importação de peças e insumos não fabricados no Brasil, mas necessários à melhoria da eficiência energética da frota. 

Critérios – 

Os projetos a serem apresentados devem ser destinados a plataformas veiculares elegíveis, que são: máquinas agrícolas (biometano e outros biocombustíveis alternativos); pesados urbanos (elétricos e a GNV/biometano); leves (híbridos a etanol, elétricos e células de combustível); e pesados rodoviários (GNV/biometano, biodiesel e células de combustível).

As propostas de projetos poderão ser submetidas ao BNDES em qualquer momento do ano, através do ícone “Chamada Pública” disponível no Portal do Cliente, no site do banco. A avaliação e priorização dos projetos considerará critérios como: 

  • aderência aos focos temáticos e às plataformas veiculares elegíveis;
  • impacto econômico e ambiental da tecnologia;
  • desafios tecnológicos envolvidos;
  • grau de ineditismo da tecnologia a ser desenvolvida;
  • potencial de introdução das inovações no mercado;
  • aplicação potencial da tecnologia em outros setores;
  • cooperação na cadeia de fornecedores;
  • capacitação da equipe do projeto e da instituição de pesquisa;
  • alinhamento com outras políticas públicas. 

Os projetos devem ser propostos por instituições de pesquisa, que podem contar com a parceria de empresas intervenientes, e devem ter valor mínimo de R$ 10 milhões por operação. Em projetos com a participação de montadoras, será obrigatória a participação de pelo menos uma empresa da cadeia de fornecimento de componentes e insumos críticos. O BNDES terá participação máxima de até 80% do valor dos itens financiáveis; e de até 90% para projetos ou empresas sediadas nas regiões Norte e Nordeste.

Mais informações podem ser obtidas na página do Programa Prioritário BNDES Rota 2030, no endereço: www.bndes.gov.br/rota2030.

Informações: Agência BNDES

Márcia Pinna Raspanti

A Ankai do Brasil, empresa do mesmo grupo da JAC (SHC), apresentou seus modelos de ônibus monobloco para disputar o mercado brasileiro, que ainda dá os primeiros passos na eletrificação do transporte público. Os modelos em exposição no Brasil têm carrocerias de 6, 8, 10 e 12 metros, piso baixo e autonomia de 250 km a 350 km.

A chinesa Ankai, que produz cerca de 20 mil ônibus elétricos por ano, disponibiliza uma linha completa de modelos, incluindo ônibus rodoviários, double decker, e urbanos com até 18 metros – de piso alto e baixo. Segundo o diretor de operações da Ankai do Brasil, Vagner Rigon, outros modelos podem ser trazidos para o Brasil, de acordo com a demanda.

Rigon destaca que, por serem monobloco, os ônibus da Ankai pesam, em média, menos duas toneladas que um modelo composto por carroceria e chassi, o que significa um consumo de energia 20% menor. Os modelos que devem ter maior procura no Brasil, de acordo com o executivo, são os de 8 e 10 metros. “Só a gente tem aqui no Brasil. Acredito que devemos comercializar entre 100 e 150 ônibus elétricos no primeiro ano de operação, e 50% devem ser destes modelos”, projeta. Quanto aos preços dos produtos, Rigon destaca que, apesar da alíquota de importação de 35%, os modelos da Ankai chegam com valores “bastante competitivos” ao mercado brasileiro.

Segundo Sérgio Habib, presidente do Grupo SHC, afirma que a empresa irá firmar parcerias e irá orientar os clientes em relação à infraestrutura de carregamento.

Dando sequência ao seu cronograma de demonstrações em diferentes cidades brasileiras, a Marcopolo inicia esta semana em Cuiabá, capital de Mato Grosso, operações com o ônibus 100% elétrico Attivi Integral, com chassi e carroceria desenvolvidos pela marca. A ação é uma parceria com a operadora Consórcio Metropolitano, responsável pela linha intermunicipal entre Várzea Grande e Cuiabá, terá duração de um mês e permitirá aos usuários do transporte coletivo da cidade utilizar o modelo.

“O Attivi Integral é um modelo que conta com a aplicação da tecnologia nacional, o conhecimento da engenharia brasileira e a expertise mercadológica das sete décadas de atuação da Marcopolo, reproduzindo a segurança e confiabilidade. Confiamos e apoiamos a transição de matriz energética de Cuiabá, que prevê a aquisição de 40 unidades a partir do segundo semestre de 2024”, comenta Alexandre Cervelin, gerente comercial responsável pelas regiões Sul, Centro-Oeste e Norte da Marcopolo.

O modelo Attivi Integral, que pode ter até 13.000 mm de comprimento total, possui chassi Low Entry, equipado com motor elétrico de potência máxima de 350 kW e torque de 3.300 Nm, eixos dianteiro e traseiro ZF, suspensão a ar, sistema de freios Knorr e baterias CATL com capacidade de 396 kWh e autonomia entre 250 e 280 km (dependendo das condições de utilização).

O Attivi conta com carregadores USB, ar-condicionado incorporado ao sistema de refrigeração das baterias, áudio interno, com preparação para a instalação do microfone, e câmera de ré com sirene e monitor no painel do motorista, além de câmera interna de segurança com gravação. Possui espaço reservado para PcD e assentos preferenciais, faróis, sinaleiras traseiras e iluminação interna em Led, e cabine de separação para o motorista.

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No Dia Mundial da Água (22/3), o BRT Sorocaba reitera compromisso com a sustentabilidade e a importância da economia de água e seu uso consciente. Em toda estrutura do sistema, cerca de aproximadamente 275 mil litros de água são reutilizados por mês.

Para um melhor aproveitamento dos recursos hídricos, a empresa adota como solução a água de reuso para os terminais e a garagem.  Nos terminais Vitória Régia (TVR) e São Bento (TSB) estão localizados dois reservatórios para captação de água das chuvas que auxiliam no consumo inteligente e, ainda, favorecem a diminuição de custo financeiro com a manutenção predial.

O TVR e o TSB possuem reservatório de 35 m³ e 40 m³, respectivamente, e toda água é destinada para a limpeza interna dos terminais e para serviços de jardinagem.

Para Renato Andere, presidente da BRT Sorocaba, fazer bom uso da água é preservar o hoje, mas também o amanhã. ”Pequenas ações somadas a um esforço coletivo fazem diferença. Quando cuidamos da água de forma responsável estamos contribuindo para todos. A água é um recurso essencial e precisamos aprender a preservar com a devida atenção e respeito”, frisa.

Na garagem, todos os ônibus quando chegam passam pelo processo de higienização e lavagem e, a água utilizada após o uso ganha uma nova vida, sendo reaproveitada no processo de umectação de piso com a finalidade de reduzir a poeira do pátio onde a frota fica estacionada.

Segundo Marcelo Del Corso, responsável pelo setor de Gestão Ambiental da BRT Sorocaba, devido ao baixo volume de chuvas e às altas temperaturas, a captação de água tem sido menor no último ano. “O calor tem sido intenso e as chuvas cada vez mais espaçadas, com isso, temos coletado bem menos do que o esperado. Este cenário nos mostra como o meio ambiente tem saído do seu ritmo natural. É um indicativo, para que nós, façamos um bom uso dos recursos, especialmente, da água. A terra é a nossa casa e a água é o que corre por ela, é símbolo de vida. Nós e todos os seres vivos somos parte dessa vida. Por isso, seguimos internamente conscientizando não somente do Dia Mundial da Água, mas sim, o ano inteiro”, diz.

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A Caio participou do evento C-Move, em Brasília, DF. Os três ônibus elétricos da marca expostos foram destaque. Os dois escolares são os primeiros elétricos desse segmento, apresentados ao público, e o de 15 metros é o primeiro piso alto do país desse comprimento.

O vice-presidente industrial do Grupo Caio, Maurício Lourenço da Cunha, participante do painel “A cadeia produtiva dos ônibus elétricos e seus impactos em investimentos”, colocou que “A indústria brasileira está 100% preparada para atender às demandas de ônibus elétricos do país e também para exportação. O setor tem ainda grandes desafios pela frente como infraestrutura, baterias e financiamentos aos operadores”. No final do painel, disse estar “satisfeito que todos estão entendendo o assunto de forma completa, para fazer acontecer”.

A gerente de comunicação e marketing do Grupo Caio, Tânia Pires de Souza, presente no evento, diz que importantes autoridades no assunto mostraram-se engajadas em pensar nos problemas e soluções, com esforços em construir planos e projetos que façam sentido para o setor, priorizando o atendimento à população, com um transporte sustentável de qualidade“.

Produtos expostos –

A carroceria eMillennium foi escolhida para fabricar os três veículos expostos. Um dos veículos escolares foi montado sob o chassi OF-1721 (Mercedes-Benz), com comprimento de 11.380 mm e lotação total para 54 pessoas. O outro ônibus escolar foi produzido sobre chassi 17-230 (Volkswagen), com comprimento de 9.170 mm e lotação total para 42 pessoas.

Já o terceiro veículo exposto (foto abaixo) no evento possui chassi k310 da Scania, piso alto, com comprimento de 15.000 mm e lotação máxima para 101 pessoas. Todos os veículos têm sistema elétrico Eletra, bateria WEG e ar-condicionado Songz.

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O AzureA12 da Tevx Higer se junta à frota do Parque Nacional do Iguaçu para uma temporada de testes. A ação ocorre a convite da Urbia Cataratas, empresa responsável pela gestão turística e operação do parque.

“Estamos extremamente entusiasmados em iniciar este teste com os ônibus elétricos no Parque Nacional do Iguaçu. Como um dos guardiões deste patrimônio natural, reconhecemos a importância de adotar práticas sustentáveis que preservem a beleza única deste lugar para as futuras gerações. Esta é uma das alternativas que estamos avaliando para reforçar o nosso compromisso contínuo com a inovação e a responsabilidade ambiental”, comenta Munir Calaça, diretor-presidente da concessionária.

Todos que visitarem o parque até o final do mês terão entre as opções de transporte o ônibus elétrico de 12 metros da Higer, o que representa um desafio de qualidade para a marca, como descreve Adriana Taqueti, gerente comercial e de marketing da Tevx Higer: “O Parque Nacional do Iguaçu é um lugar singular, onde a beleza da natureza transcende a imaginação. É justamente essa sensação agradável que queremos proporcionar ao passageiro ao entrar em nosso ônibus. O transporte elétrico complementa a paisagem de forma silenciosa e harmônica, criando um equilíbrio perfeito entre a tecnologia e respeito ao meio ambiente. A experiência seja do trajeto ou do visual será no mínimo encantadora”, afirmou Adriana.

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“Com zero emissão de poluição atmosférica e sonora, o Azure circula sem interferir no meio ambiente. Já sua estrutura interna de linhas softs e totalmente inclusivas, recebe a todos sem obstáculos ou escada, por corredores largos e com rampa de acesso que facilita o embarque e desembarque”, completa.

O ônibus conta com estrutura de piso baixo total alinhada a um exclusivo sistema de “ajoelhamento” de suspensão. O sistema de ar-condicionado é ecológico, sem dutos e com saídas de ar individuais nas laterais, uma comodidade climática complementada por vidros com tratamento UV e isolamento térmico nas paredes do veículo.

Nessa primeira fase de testes, até o dia 31 de março, o veículo elétrico operará no parque com viagens diárias. Todos os motoristas e operadores envolvidos receberam um treinamento ministrado pelos instrutores da fabricante com foco na direção defensiva e inteligente para maximizar a performance do veículo, como o sistema de freios regenerativos que podem aumentar a autonomia em até 30%, incrementando a disponibilidade do veículo e reduzindo o custo da operação.

A Viação Águia Branca implementou um sistema de reaproveitamento de água, criado dentro da garagem da empresa, que já economizou cerca de 13 milhões de litros do recurso a partir do reaproveitamento da água coletada do ar-condicionado dos ônibus. O mecanismo capta a água do condensamento do sistema de climatização, que antes era descartada, e a redireciona para os reservatórios do limpador de para-brisas e do sanitário do veículo, por meio da instalação de um cano simples.

A inovação foi sugerida por um motorista da Viação Águia Branca, sendo que a primeira adaptação foi realizada dentro da oficina da empresa. Em 2013, o projeto começou a ser implementado como adaptação em todos os ônibus e, a partir de 2015, todos os ônibus da frota já operavam com o sistema. Neste mesmo ano, a Viação Águia Branca compartilhou o projeto com a Marcopolo, empresa fabricante de veículos, que também aderiu ao sistema e passou a fabricar os ônibus já com a modificação.

A implementação do mecanismo é capaz de produzir cerca de 1,5 litro de água a cada 50km rodado, o que significa uma economia anual de aproximadamente 1 milhão e 897 mil litros apenas na frota da Viação Águia Branca. Já foram economizados cerca de 13 milhões de litros de água desde 2015, quando toda a frota passou a operar utilizando o sistema, um montante que soma hoje 700 carros.

Além desse sistema, a empresa tem outras iniciativas para economia de água. A lavagem dos veículos e ambientes da garagem é feita com água captada da chuva. Após cada limpeza, o recurso utilizado ainda passa por um método de separação do óleo e filtros para a retirada de impurezas e retorna para o uso na lavagem dos espaços e dos ônibus.

Os equipamentos de ar-condicionado da sede da Águia Branca também são usados para fornecer a água utilizada para molhar plantas e lavar veículos leves. Essas iniciativas sustentáveis permitiram que a empresa tivesse redução de cerca de 40% no consumo de água. No total, são reaproveitados por volta de 31,2 milhões de litros de água por ano, o que daria para encher 12 piscinas olímpicas.

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, publicou um decreto, em 21 de março, declarando que “fica aberto crédito adicional de R$ 63.190.859,06” para a “eletrificação da frota de veículos do sistema municipal de transporte coletivo”. O decreto entrou em vigor na data de sua publicação.

Confira o decreto na íntegra:

DECRETO Nº 63.270, DE 20 DE MARÇO DE 2024

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