Mercedes-Benz registra alta das exportações de caminhões e ônibus para a América Latina

Entre janeiro e junho de 2021, 408 ônibus foram embarcados para países dessa região, o que significa um incremento de 84% sobre o mesmo período do ano passado

 A Mercedes-Benz registrou expressivo crescimento dos embarques de caminhões e ônibus no primeiro semestre de 2021. O resultado foi impulsionado pela recuperação dos mercados latino-americanos, que começam a retomar suas atividades econômicas, desacelaradas por conta dos efeitos da pandemia da Covid-19.

Com isso, a Mercedes-Benz do Brasil quase quadruplicou suas exportações de caminhões e ônibus para a América Latina, indo de 406 unidades no primeiro semestre do ano passado para 1.890 unidades em 2021, ou seja, 365% de crescimento na comparação com o mesmo semestre do ano passado.

“No caso do segmento de ônibus, os efeitos da pandemia, como a redução no número de passageiros, tornam a retomada da normalidade do mercado mais lenta”, diz Jens Burger, diretor geral do Centro Regional Daimler América Latina, unidade localizada junto à fábrica da Mercedes-Benz do Brasil em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

“Mesmo assim, registramos um incremento de 84% nas nossas exportações de ônibus, com 408 unidades vendidas no primeiro semestre de 2021, frente a 222 unidades de igual período do ano passado. Assim como no Brasil, o setor de fretamento também teve papel importante nas vendas de ônibus na América Latina”, completa Burguer.

No segmento de caminhões, foram 1.482 caminhões enviados para clientes da América Latina, cerca de 700% a mais na comparação com as 184 unidades do mesmo período de 2020.

“Isso é reflexo de uma recuperação muito forte em países como Chile, Peru e Colômbia, devido à alta de preço das commodities no mercado internacional, o que traz muitas vantagens para o agronegócio e a mineração”, explica Burger.

Em 2021, a Mercedes-Benz do Brasil completa 60 anos de exportações de veículos comerciais produzidos em sua fábrica de São Bernardo do Campo, Estado de São Paulo. O primeiro lote, de 550 ônibus O 321 H, foi destinado à vizinha Argentina. 

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